sábado, 6 de novembro de 2021

Cachorro tem autismo? Aprenda a identificar

Cachorro tem autismo? Aprenda a identificar


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cachorro tem autismo

Cachorro tem autismo? Esse é um assunto que pesquisadores vêm explorando desde a década de 1960. Uma pesquisa feita com 132 cães da raça Bull Terrier, na American College Veterinary Behaviorists, nos Estados Unidos, revelou uma tendência.

Durante o estudo, os pesquisadores notaram que 55 cães em análise correram atrás do próprio rabo, enquanto 77 não reproduziram a ação.

Ainda de acordo com a pesquisa, esse comportamento está relacionado ao medo e à segurança do pet, podendo ser considerado um traço de autismo.

Por este motivo, se você perceber que seu cachorro pode ser autista, o primeiro passo é levá-lo ao veterinário. Assim você terá a oportunidade de aprender a lidar com a condição e entender o que deve ser feito.

Cachorro com autismo: quais são os sintomas?

Mesmo que o autismo em cachorro não seja um diagnóstico oficial, existem alguns comportamentos que podem indicar uma condição semelhante à doença. Entre os sintomas de autismo em cachorro estão:

  • falta de interesse no tutor e em outras pessoas;
  • comportamentos repetitivos, como perseguir a cauda ou andar em círculos;
  • vontade de sair da rotina;
  • perda de interesse em jogos e movimentos restritos;
  • respostas sensoriais incomuns, como ter muita sensibilidade à luz ou querer carinho ao extremo;
  • mostrar audição seletiva ou não responder quando você chama o nome dele.

Como identificar que um cachorro tem autismo?

cachorro tem autismo

É importante enfatizar que não é porque seu cachorro vive correndo atrás do próprio rabo, por exemplo, que ele sofre de autismo canino. Pode até ser, mas antes de tirar conclusões, é importante consultar um médico-veterinário.

Além disso, um cão com autismo demonstrará alguns sintomas desde os primeiros meses de vida. Entretanto, muitas vezes essas ações são apenas manias ou mudanças de hábitos, sem relação com doenças.

É importante saber que não existe um teste de autismo para cães ou um diagnóstico definitivo dessa doença. Por isso, o veterinário é o melhor profissional para compartilhar informações. Ele pode desvendar o que pode estar acontecendo com o seu amigo, explicar se ele precisa de algum medicamento específico ou acessórios para ajudar no dia a dia.

Então, compartilhe com ele um resumo da rotina diária do seu cão. Isso quer dizer, explique qualquer comportamento diferente que você tenha notado no seu amigo.

Como cuidar de um pet que pode ter autismo

Levar o pet ao veterinário é uma atitude importante, pois ele tem conhecimento sobre os sintomas que o pet pode estar enfrentando, e pode ajudá-lo.

Um plano de ação pode ser elaborado para controlar melhor os sintomas, garantindo que seu cão esteja mais calmo, feliz e livre de estresse

E mesmo com a confirmação de que seu cachorro sofre com algum distúrbio associado ao autismo, é essencial que você continue contando com profissional especializado. Além disso, é importante evitar expor seu pet a situações que sejam desconfortáveis.

Por isso, talvez seja importante evitar lugares aglomerados, mudanças repentinas de rotina e até mesmo objetos que ele tenha contato.

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Como tratar bicho-de-pé em cachorro?

Como tratar bicho-de-pé em cachorro?


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bicho de pé em cachorro

Você sabia que o bicho-de-pé em cachorro é causado por uma pulga? Pois é! Seu nome é Tunga Penetrans. Ela entra na pele do animal e se alimenta até amadurecer seus ovos, que vão para o meio ambiente logo na sequência.

Então, se você quer saber mais sobre a gravidade dessa doença e como evitá-la, continue conosco!

Como ocorre a transmissão de bicho-de-pé em cachorro?

A especialista Joyce conta que, geralmente, a transmissão da doença ocorre quando o animal pisa em solos com muita terra ou restos orgânicos onde a pulga está presente (é mais comum em zonas rurais e ribeirinhas).

Assim, a melhor forma de evitar a transmissão é evitar o contato com áreas de grama, praias infectadas e terra de procedência desconhecida. O tratamento é feito com a remoção mecânica da pulga da pele do animal e pode envolver o uso de antibióticos e antissépticos, para evitar infecções secundárias.

Como saber se o pet está com a doença?

Um dos principais sintomas do bicho-de-pé em cachorro é a coceira constante, pois a pulga se movimenta dentro da pele, causando extremo desconforto.

Dessa forma, quando o tutor for procurar o motivo da coceira, é comum perceber a presença de um ponto escuro e, ao redor, um círculo mais claro, isto é, a pulga, junto de seus ovos.

Infelizmente, pode acontecer de um mesmo cachorro carregar várias dessas pulgas na pele, variando conforme a infestação do local onde ele estava. Mas independentemente da quantidade de pulgas, o bicho-de-pé em cachorro vai deixar o animal extremamente inquieto. Em algumas situações, ele pode até mesmo apresentar sinais de dor e dificuldade ao caminhar.

bicho de pé em cachorro

Quais são os principais sintomas do bicho-de-pé em cachorro?

O machucado que a lesão causa é super pequeno, mas o suficiente para causar grandes problemas. Por isso, preste muita atenção em sinais como:

  • coceira constante;
  • lesão aparente;
  • dificuldades para andar, fazendo o pet mancar;
  • reclamações de dor ao pegá-lo no colo.

É de suma importância procurar um veterinário imediatamente, porque o ferimento fica aberto, aumentando a possibilidade de infecções. Caso seu pet seja infestado pela pulga, ele ainda pode passar a doença para os tutores, causando problemas altamente preocupantes para toda a família.

Como prevenir bicho-de-pé em cachorro?

O ser humano possui vários métodos para evitar o contato com pulgas, para isso, basta usar um calçado, por exemplo. Já os cãezinhos não podem fazer uso dessas vantagens, então cabe aos tutores saber cuidar corretamente, evitando que o animal vá para locais desconhecidos e suspeitos.

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